O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e o Governo de São Paulo garantiram vagas de trabalho aos egressos do sistema prisional do Estado. Em São Paulo, o programa levará o nome de Pró-Egresso e vai abrir 5.000 vagas de trabalho, a partir de 2010, mil delas com a ajuda do Sindicato das Empresas de Asseio, Limpeza e Conservação, segundo garantiu o presidente do sindicato, Aldo de Ávila Junior.
Para isso, o presidente do CNJ, ministro Gilmar Mendes e o governador de São Paulo, José Serra, assinaram...
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Autor: Da Redação
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Ricardo 15 de Janeiro de 2010 » postado em notícia relacionada
Me interessa deveras muito este assunto. A existência do CNJ, bem como sua atuação, sempre deve lograr atenção do mundo jurídico. Isto porque, este pseudo órgão de controle externo do judiciário tem um papel importante na formulação da poítica pública do Judiciário.
Em relação a esta ação em questão, penso ser uma das poucas ações acertadas que pode surtir efeito, mesmo que minimamente. A inserção social de ex detentos que estão as margens da sociedade por meio do trabalho, pode ser um caminho. No entanto, não sejamos ingênos. Este é apenas uma mecanismo dentro de um rol de ações e incentivos necessário; sem falar, é claro, que a exclusão social por meio da criminalidade é um problema estrutural e está diretamente ligado as oportunidades e justiça social de cada país. Em um país como o nosso cujo desemprego bate frequentemente a casa dos dois digitios, formando um verdadeiro exército de reserva que em sua maioria não tem rótulos de criminoso, apenas o incetivo deste mecanismo será pouco eficaz para o mercado realocar todos os egresso do sistemas prisional. É necessário que façamos verdadeiras reformas na lei penal, de tal sorte que a torne menos classistas. O encaceramento é um paradigma moderno que não tem funcionado em todo mundo, na contemporaniedade. Criminalidade não é sinônimo de Maldade ou desajuste do indivído a coletividade, mas sim a coletividade que não contempla o indivíduo. Ou melhor, hoje poderíamos dizer que temos uma pequena coletividade detentora dos bens e de maior poder aquistivo que oprime economicamente os demias grupos sociais e controla os órgãos de poder, demando que seja respeitado o status quo da sua riqueza por meio da violência legitimada no Estado.
Assim, a resposta a criminalidade, com certeza não virá pelo Direito e seus operadores. Enquanto tivermos uma desigualdade como a nossa, a criminalidade sempre será um problema, necessitando que a ORDEM promova ações como esta, tão somente um paliativo a complexidade da questão
André 16 de Janeiro de 2010 » postado em notícia relacionada
"Até que enfim, o governo brasileiro acertou em um bom projeto para inserir as pessoas que cumpriram pena".
É perceptivel que a sociedade tem um pouco de rejeição para contratar as pessoas que cumpriram pena, o sistema peniteciaro brasileiro dizia que elaboravam projetos para a inserção do preso na comunidade, sinceramente, eu nunca vi. Agora, parece que esse sistema de integração de ex-presos à sociedade vai dar uma boa contribuição.
ST PM F... 16 de Janeiro de 2010 » postado em notícia relacionada
Vamos refletir, não seria melhor incluir no social os que estão desempregados e passando grande necessidades, estes não cometeram nenhum delito e estão sem esse privilégio e, temos que ter cuidado para que cidadãos de bem não façam da oportunidade de ressocialização uma escada para conseguir um emprego, entretanto, com certeza se investir na educação, saude em fim na família, seria bem mais proveitoso para toda à sociedade. Convém acrescentar que já houve caso de preso ao ser liberado não aceitar tal liberdade pois, não teria o mínimo para o seu sustento ou melhor a sobrevivência.
MIRANDA 18 de Janeiro de 2010 - 05:43:11
Caro Sr. ST PM F..., se por um acaso dois entre cem presos aceitar a oportunidade já estariamos avançando em humanidade e em progressividade da pena. Qualquer forma de possibilitar ao egresso uma nova vida vale a pena estamos falando de um ser humano que sua mente está preparada para o mal que por força de uma ação afirmativa poderá sair do crime e voltar a respeitara as leis e ser respeitado como cidadão.
ricardo 22 de Fevereiro de 2010
a justiça que desenpenha seu papel,aplicando suas leis de alguma forma,com pena alternativa ou não tem de se preocupar a um melhor acompanhento sobre delituoso,pois o cumprimento da pena a justiça, se encerra um periodo pela vida daquela pessoa que merece,se assim a pessoa se redime verdadeiramente e quer sedentamente mudança a justiça não pode oprimir ,uma vez "aplicada a justiça sobre aquela pessoa não se pode imputar uma segunda cobrança social,deter oportunidade a quem fez jus ao delito ainda aplicado por detentores justiça,por emprego cerseamento da liberdade" fica ai estudo a quem tem que enxergar a oportunidade para que aquele que fez execução da lei chegasse ao seu final,tambem tem assistir para que não mais retorne a delinquencia mas que de frutos não formem cartéis,contra a própria sociedade,falta emprego sim a todos mas são situações distintas,o ser humano tem que procurar qualificação independente se é egresso,ou cidadão comum oportunidade nas faculdades,colegio,agradeço oportunidade.
ricardo 22 de Fevereiro de 2010
sou egresso, estou 4 anos buscando oportunidade de trabalho,nunca procurei o caminho da delinquência estou fazendo cursos do meu proprio bolso,sou pedreiro,tenho cursos senai,"operador empilhadeira,sou pedreiro construtor,vivo a mendigar por trabalho quero uma chance me reintegrar,com registro em carteira fiz enem luto por uma faculdade arquitetura,não sou delinquente quero minha chance ser util,a quem interessar,aquele que se distinguir a querer me ajudar assistir,sou um caso a se formular uma nova opinião,aqueles que se opõe cuide.se para não incurtir em erro,pois terão filhos e não se sabe que alma vira sobre aquele filho.obrigado a quem se interessar em me ajudar fica o meu imail.
ricardo 22 de Fevereiro de 2010
o trabalho tribunal justiça é muito demorado,estou 4 anos aguardando decisão não liberam meus antecedentes,e fico perdendo oportunidades a justiça esta imputando uma segunda pena em mim bloqueando meu antecedentes c.,perdi vários empregos por isso que justiça é essa ? que sendo paga ainda cersea uma vida, se acontece comigo acontece com milhares,o social ai esta a desejar seu trabalho,no estado pais,municipio,não adianta usar a midia com propaganda enganosa,e fazer de contas que esta td bem.o resultado disso vira a frente e todos seremos vitimas,prisões detem mas não trabalham no resgate,nem educa para se evitar um mal retornar,a sociedade não repreendamos apenas buscar.mos sol~ução fica melhor que fechar.mos os olhos para fato.obrigado aos que recriminam.
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